Éramos aquela baboseira toda de almas gêmeas.
Antes de deixarmos completamente de ser.
E nisso não havia vestígio de romantismo.
Senão o mais puro e pessimista contato com uma realidade escrota.
Éramos iguais em defeitos.
Isso nos tornava tão próximos.
Tão especiais.
Tão conectados.
Minha auto-imagem da época.
Abaixo.
Hoje, olhando por outras janelas,
Sinto muito em perceber o quão você era tão tão tão
Eu.
Hoje, outras janelas me mostram
Novas e diversas paisagens.
Bem longes, bem melhores,
Bem felizes.
Bem...
Sem você.
Que se confundia comigo.
Hoje já é melhor.
Amanhã nem cabe de tamanho!
sábado, 22 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Das fotos perdidas
Certa vez li um artigo sobre fotografia contemporânea que explorava a natureza/origem das imagens. Logicamente, esses papéis estão no meio de alguma bagunça e eu não me recordo o nome do autor. Mas a captura da imagem da imagem foi algo que me impregnou.
Aula do Ventapane da distante UFRJ:
Sair à campo com uma máquina fotográfica de celular.
Na época meu celular era super pré-histórico. Tijolão. Só era colorido. Um luxo!
Arrumei outro muito mais antigo mas que guardava consigo a contraditória modernidade. Um dos primeiros modelos a tirar foto!
Não se passavam as fotos pro computador (na época não havia o boom das redes sociais.) Mas de alguma maneira misteriosa - que não eram cabos USB, nem via bluetooth ou menos ainda internet - deveria ser possível transferir o arquivo digital para o computador.
Isso me intrigava. A imagem, agora estava presa. Refém da péssima resolução imagética e da impossibilidade de encontrar seu fim, saída ou compartilhamento.
Daí o texto/inspiração me retorna. Liberto os registros através da foto da foto. As listras, os pixels, os cruzamentos das mínimas unidades de resolução digital continuavam denunciando sua obsolescência e revelando a origem ainda carcerária destas imagens.
O inusitado da história é que, do arquivo do trabalho da faculdade, perdi todas as "cópias"! Apenas me restou uma. Ironicamente impressa.
Escaneei pra tentar recuperar minhas saudosas imagens, quase já memórias...
O fóssil, como evidência:
Aula do Ventapane da distante UFRJ:
Sair à campo com uma máquina fotográfica de celular.
Na época meu celular era super pré-histórico. Tijolão. Só era colorido. Um luxo!
Arrumei outro muito mais antigo mas que guardava consigo a contraditória modernidade. Um dos primeiros modelos a tirar foto!
Não se passavam as fotos pro computador (na época não havia o boom das redes sociais.) Mas de alguma maneira misteriosa - que não eram cabos USB, nem via bluetooth ou menos ainda internet - deveria ser possível transferir o arquivo digital para o computador.
Isso me intrigava. A imagem, agora estava presa. Refém da péssima resolução imagética e da impossibilidade de encontrar seu fim, saída ou compartilhamento.
Daí o texto/inspiração me retorna. Liberto os registros através da foto da foto. As listras, os pixels, os cruzamentos das mínimas unidades de resolução digital continuavam denunciando sua obsolescência e revelando a origem ainda carcerária destas imagens.
O inusitado da história é que, do arquivo do trabalho da faculdade, perdi todas as "cópias"! Apenas me restou uma. Ironicamente impressa.
Escaneei pra tentar recuperar minhas saudosas imagens, quase já memórias...
O fóssil, como evidência:
sábado, 1 de setembro de 2012
Le tourbillon de la vie
Na sessão de Batman de quinta-feira, havia um curta sobre Milton Nascimento. Ele falava que decidiu compor ao assistir "Jules et Jim" obra-prima de Truffaut. Finalmente, encorajado pela dica do mestre músico, peguei o filme na locadora.
Nele, ou a partir dele somos convidados, não só a compor, mas amar, viver, errar, aprender, errar, acertar, procurar, encontrar, se afastar, separar, reaproximar....
O filme é livre como a vida, ainda que existam lá o ciúme, a raiva e o egoísmo. E sobretudo porque existem, merece ser vivida intensamente.
A amizade dos dois, um quase casamento, é algo que sempre escapa à superficialidade. É compartilhada. Quem (se não já tem) não busca alguém assim? O verdadeiro companheirismo que divide o silêncio, os gostos, as opiniões.
Il faut bien partager la vie.
A canção entoada por Jeanne Moreau é um capítulo extraordinário. Perfeitamente colada na alma da personagem, sintetiza e reflete seu interior e também o nosso. A admirável capacidade de traduzir pensamentos...
LE TOURBILLON DE LA VIE
Elle avait des bagues à chaque doigt,
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui, sitôt, m'enjôla.
Elle avait des yeux, des yeux d'opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l'ovale de son visage pâle
De femme fatale qui m'fut fatale {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus,
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus d'vue
On s'est retrouvés, on s'est réchauffés,
Puis on s'est séparés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie
Je l'ai revue un soir, hàie, hàie, hàie
Ça fait déjà un fameux bail {2x}.
Au son des banjos je l'ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m'avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage pâle
M'émurent plus que jamais.
Je me suis soûlé en l'écoutant.
L'alcool fait oublier le temps.
Je me suis réveillé en sentant
Des baisers sur mon front brûlant {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus.
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus de vue
On s'est retrouvés, on s'est séparés.
Puis on s'est réchauffés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie.
Je l'ai revue un soir ah là là
Elle est retombée dans mes bras. {2x}
Quand on s'est connus,
Quand on s'est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s'est retrouvés,
Quand on s'est réchauffés,
Pourquoi se séparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On a continué à tourner
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui, sitôt, m'enjôla.
Elle avait des yeux, des yeux d'opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l'ovale de son visage pâle
De femme fatale qui m'fut fatale {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus,
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus d'vue
On s'est retrouvés, on s'est réchauffés,
Puis on s'est séparés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie
Je l'ai revue un soir, hàie, hàie, hàie
Ça fait déjà un fameux bail {2x}.
Au son des banjos je l'ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m'avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage pâle
M'émurent plus que jamais.
Je me suis soûlé en l'écoutant.
L'alcool fait oublier le temps.
Je me suis réveillé en sentant
Des baisers sur mon front brûlant {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus.
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus de vue
On s'est retrouvés, on s'est séparés.
Puis on s'est réchauffés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie.
Je l'ai revue un soir ah là là
Elle est retombée dans mes bras. {2x}
Quand on s'est connus,
Quand on s'est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s'est retrouvés,
Quand on s'est réchauffés,
Pourquoi se séparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On a continué à tourner
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
Tous les deux enlacés.
PS: já reescutei 5 vezes seguidas enquanto posto...
terça-feira, 28 de agosto de 2012
humanos diários #1
Um desenho por dia.
Se tiver assunto.
Se não, tem desculpa, e aí, desolé...
Blusa "CK", Cinto "Richard's", Calça "Levi's", Bolsa (Linda!!!) "Zara", Tênis "acervo pessoal", I-phone "obviamente", Braço "2h/dia de treino + "suplemento alimentar natural".
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
#chatiado?
O mesmo tédio dá firulas. Enrola tudo e camufla todas as coisas como beges. O sábado desintegra, o domingo se arrasta. Os estudos, os quereres, as razões, as sensibilidades, todas as coisas empalidecem ao mesmo tempo.
sábado, 25 de agosto de 2012
Silêncio Extrovertido.
Eu lhe dou o direito de achar o que quiser de minhas palavras. Aliás, não lhe concedo. Isto já sempre foi seu, inato. Mas, há um problema em querer achar sem procurar. Aí se forma o abismo da busca decapitada. A urgência impera e os dessentidos proliferam. Uma infecção de pseudo-realidades abandonadas. Emergência dos feudos. Diversos mundos supostos e paralelos e um tempo que não pára. O tempo é comum.
O tlec do ventilador me -tlec- irrita. Desligo. Agora o calor. O silêncio-paradiso, continua amplificando ruídos. Agora minha respiração. Me incomoda o carro que faz a curva na estrada do galeão imaginária pois que lá não tem, nem longe, curva alguma. Nenhuma.
Silêncio
Gosto desses silêncios.
A cidade dorme.
Dá pra escutar a formação dos pensamentos.
Ater-me a eles.
Centralizar toda atenção na criação.
Um nicho de paz e recolhimento.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Raso.
Tava indo leve.
Direito.
Daí torno-me acessório.
Não entro.
Fico na sala de espera.
Angustiado por dias, ali.
Não nos falamos.
Não sei o que, de verdade se passa.
Estranho.
domingo, 18 de março de 2012
Casal da van
Via de longe. Na mesma esquina, os mesmos corpos com os quais divido espaço diariamente na van. Ralentei os meus passos, na tentativa de testemunhar o reencontro. Imaginei, enquanto ele atravessava a rua, sua história. A história deles dois. Os pequenos fragmentos de carinho se amontoando. Ele atravessa. Olho discretamente para o que esperava na esquina do Rei do Mate. Agora mesmo olhando no relógio, já abrira um sorriso gigantesco. O corpo se transformando em gestos, à espera do outro. O abraço se espreguiçando, antecipando a síntese de um beijo que não acontece. Na mesma hora no mesmo lanche antes de irem para casa após um dia imaginado cheio de trabalho desgastante. A beleza e o inferno da rotina. O cultivo do afeto, da atenção, do cuidado. Do amor. Cada dia.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Leve Pague
Hoje começou cinza, gosto de bolo do final de semana.
To sem scanner pra colocar as traduções de pensamentos.
Mas como gostaria!
Teve surpresinha lá pra meio-dia.
Gostinho de fase bônus.
To sem scanner pra colocar as traduções de pensamentos.
Mas como gostaria!
Teve surpresinha lá pra meio-dia.
Gostinho de fase bônus.
domingo, 18 de setembro de 2011
Retorno
Gosto, no domingo, do banho com os raios de sol.
Da janela que aquece as gotas que me lavam.
Agora, noite, já me lembro do que volta, da hora de acordar antes, tomar banho sem me ver.
Da janela que aquece as gotas que me lavam.
Agora, noite, já me lembro do que volta, da hora de acordar antes, tomar banho sem me ver.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Contentamento
Qualidade suprema da felicidade por si só e plena.
Desejo muito aprender este ensinamento. Minha mente muito inquieta, percorre os mesmos lugares já visitados.
Vontade de ligar...
Desejo muito aprender este ensinamento. Minha mente muito inquieta, percorre os mesmos lugares já visitados.
Vontade de ligar...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Retomando
Bom, voltei após quase um ano.
Na esperança de que o blog cumpra a função à qual ele mais têm se prestado e no anseio de conseguir mudar isto também.
Ele sempre foi mais respirar do que design.
No momento é o que eu preciso, busco, tento.
Nas vezes que o utilizei para isto, deu sempre certo.
Tentarei equilibrar esta balança, mas no começo, preciso pegar ar.
O fim.
Tenho sido um mau-perdedor.
Daqueles que não se conformam com a óbvia interrrupção definitiva.
Daqueles que se abatem diante da rua sem saída.
Daqueles que ligam dia e noite, sem assunto, e ainda tomam fora, mas que se contentam com a minúscula partícula de atenção e conexão de segundos que aqueles xingamentos mantém.
Daqueles que se prendem neste momento.
E flutuam, orbitando num passado que nunca se contruiu.
Daqueles que se martirizam pensando no futuro que haveria de ser brilhante se tudo fosse diferente e se, fossemos duas pessoas outras que não nós mesmos.
O tempo.
Tudo passará.
Dizem que este, "melhor remédio", é eficaz.
Mas não passa.
Se arrasta, demora, enrola, desgasta.
Machuca.
E eu quero ir lá.
Revisitar a dor nem que seja para esclarecer tudo.
Nem que seja para botar um ponto bem no fim.
Que fim foi esse?
Virou-me as costas, minha última visão.
Num dezembro terrível de véspera de natal.
Disse-me "tchau" num tom deprimente, as palavras nem saíram da boca.
E aquele foi o instante derradeiro.
Nunca mais vi, nem suas costas.
Até o carnaval.
Até o acaso.
Até o desprezo e a dureza e a aspereza de um milhão de pessoas pulando sem sentido.
Até o final total da alegria.
Até a incompreensão do que fazia eu ali.
Até o tempo voltar para a imersão completa na mais profunda ingratidão dos tempos.
A triste contastação de que nada sobrou.
Ruínas?
Nem isso. Para haver ruínas, algo antes precisaria ter sido edificado.
Poeira sobre o móvel.
Não consigo limpar, o pó, tão fino, é o que sobra.
É pouco.
Eu sei.
É o que tenho, lembranças finas da falta de coragem.
Da covardia.
Tudo que sei é que quero me livrar de suas memórias.
Tudo que quero é saber lhe apagar do meu pensamento.
Queime.
E se vá.
Logo.
Na esperança de que o blog cumpra a função à qual ele mais têm se prestado e no anseio de conseguir mudar isto também.
Ele sempre foi mais respirar do que design.
No momento é o que eu preciso, busco, tento.
Nas vezes que o utilizei para isto, deu sempre certo.
Tentarei equilibrar esta balança, mas no começo, preciso pegar ar.
O fim.
Tenho sido um mau-perdedor.
Daqueles que não se conformam com a óbvia interrrupção definitiva.
Daqueles que se abatem diante da rua sem saída.
Daqueles que ligam dia e noite, sem assunto, e ainda tomam fora, mas que se contentam com a minúscula partícula de atenção e conexão de segundos que aqueles xingamentos mantém.
Daqueles que se prendem neste momento.
E flutuam, orbitando num passado que nunca se contruiu.
Daqueles que se martirizam pensando no futuro que haveria de ser brilhante se tudo fosse diferente e se, fossemos duas pessoas outras que não nós mesmos.
O tempo.
Tudo passará.
Dizem que este, "melhor remédio", é eficaz.
Mas não passa.
Se arrasta, demora, enrola, desgasta.
Machuca.
E eu quero ir lá.
Revisitar a dor nem que seja para esclarecer tudo.
Nem que seja para botar um ponto bem no fim.
Que fim foi esse?
Virou-me as costas, minha última visão.
Num dezembro terrível de véspera de natal.
Disse-me "tchau" num tom deprimente, as palavras nem saíram da boca.
E aquele foi o instante derradeiro.
Nunca mais vi, nem suas costas.
Até o carnaval.
Até o acaso.
Até o desprezo e a dureza e a aspereza de um milhão de pessoas pulando sem sentido.
Até o final total da alegria.
Até a incompreensão do que fazia eu ali.
Até o tempo voltar para a imersão completa na mais profunda ingratidão dos tempos.
A triste contastação de que nada sobrou.
Ruínas?
Nem isso. Para haver ruínas, algo antes precisaria ter sido edificado.
Poeira sobre o móvel.
Não consigo limpar, o pó, tão fino, é o que sobra.
É pouco.
Eu sei.
É o que tenho, lembranças finas da falta de coragem.
Da covardia.
Tudo que sei é que quero me livrar de suas memórias.
Tudo que quero é saber lhe apagar do meu pensamento.
Queime.
E se vá.
Logo.
terça-feira, 11 de maio de 2010
88º almoço
hauhauah virei um glutão aqui, vou mudar o nome do blog, pra algo mais gastronômico! rs
fotinho do dia: almoço caprichado.
Receita: Tarte d'Épinard.
Bom foi um improviso só. Leva espinafre, molho branco francês (super fácil e delicioso nao precisa de leite nem ovos!) alho, e massa folheada, ah mozzarela tb!
Resultado: gosto muito bom, delicioso realmente, mas meio molenga... ficaria ótimo, perfeito em porçoes individuais, tipo mini torta...
Receita do molho, momento mais você:
30g manteiga
40g farinha de trigo
500ml de água quente
sal e pimenta a gosto
1-Derreta a manteiga em uma panela. (separe uns pedacinhos micros pro final)
2- Adicione farinha
3- Cozinhe 2 a 3 min com fogo baixo
4- Adicione água quente aos poucos
5- Mais 10 minutos no fogo. (jogue os pedacinhos de manteiga nesse momento de cozimento)
sempre mexendo!
voilá!
facinho né?
bisou
i
fotinho do dia: almoço caprichado.
Receita: Tarte d'Épinard.
Bom foi um improviso só. Leva espinafre, molho branco francês (super fácil e delicioso nao precisa de leite nem ovos!) alho, e massa folheada, ah mozzarela tb!
Resultado: gosto muito bom, delicioso realmente, mas meio molenga... ficaria ótimo, perfeito em porçoes individuais, tipo mini torta...
Receita do molho, momento mais você:30g manteiga
40g farinha de trigo
500ml de água quente
sal e pimenta a gosto
1-Derreta a manteiga em uma panela. (separe uns pedacinhos micros pro final)
2- Adicione farinha
3- Cozinhe 2 a 3 min com fogo baixo
4- Adicione água quente aos poucos
5- Mais 10 minutos no fogo. (jogue os pedacinhos de manteiga nesse momento de cozimento)
sempre mexendo!
voilá!
facinho né?
bisou
i
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